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sexta-feira, junho 06, 2008

e o rock segue seu caminho

para boas descobertas, importante click ... click em dark orchid 4.

ando por mais de quatro cantos e ventos dizendo que música é tudo mas, quando se trata de rock' n roll, a coisa muda ... música é tudo, rock'n roll é muito mais.
cuido de divulgar, aqui da perifería do butantã, o que couber da música de qualidade, com o tanto de palavras que conseguir escrever.

longe de ser monótono, o rock'n roll, para quem não sabe é, além de imortal, agregador, detentor de uma bondade extremada que acolhe sempre sem titubear e, com alma mutante, transforma e é transformável.
daí, seguindo a trilha repleta de bifurcações aberta na década de 50 e sabendo escolher as que levam a um bom lugar, o rock pode ser perene e inovador.
não estou mudando nada, os os velhos tocadores de guitarra, baixo, bateria e suas vozes insubstituíveis permanecem onde sempre estiveram, apenas o caminho de ida e volta daquela encruzilhada descoberta nos anos 50 e onde tudo começou, continua possível de ser explorado e transitado.
a paixão pelo rock como um bem hereditário que é, vai pelas vidas músico-rockeiras criando outras e mais outras fontes de conhecimento que periodicamente são fornecidos em forma de delírios musicais reciclados e de rara beleza sonora.
tanto no centro do olho
descobridor de bandas no myspace, quanto no interior daquele tanque podcast estacionado na pompéia, ambos proeminentes utilitários na descoberta da boa música dos novos tempos, são fartas as novidades e eu, numa difícil escolha, optei pela que percebi mais festejada.

o yellow house, cd de 2006 da grizzly bear, o primeiro criado sob esmerado e proficiente cuidado profissional e, quem sabe por isto tenha sido aclamado na época de lançamento, como o álbum do ano (fonte: descobrindo bandas) realça lindas vozes, a simpatia do folk como base e a competente habilidade dos moços na lida com os instrumentos, violão, guitarra, bateria além do inevitável magnetismo eletrônico, assim, tal e qual se ouve em
colorado e knife.
a tristeza de dar dó, não chega a influenciar até às lágrimas mas, o amor é chorado com dignidade a cada nota e, mesmo não entendendo lhufas do dialeto, qualquer canção pode sonorizar uma boa dor de cotovelo que se preze.

falando em encruzilhada, belo filme
crossroads de 1986, dirigido por walter hill, conta quem se cruzou naquele caminho cruzado.

é isso. que o final de semana lhe seja musical e tranqüilo.

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