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quarta-feira, agosto 27, 2008

steve winwood, hoje, ontem e anteontem


While you see a chance


Stand up in a clear blue morning
Until you see what can be
Alone in a cold day dawning
Are you still free
Can you be

When some cold tomorrow finds you
When some sad old dream reminds you
How the endless road unwinds you
While you see a chance take it
Find romance, fake it
Because it's all on you

Don't you know by now
No one gives you anything
Don't you wonder how you keep on moving
One more day
Your way
Ooooooooh, your way

[Instrumental Interlude]

When there's no one left to leave you
Even you don't quite believe you
That's when nothing can deceive you
While you see a chance take it
Find romance, fake it
Because it's all on you

Stand up in a clear blue morning
Until you see
What can be
Alone in a cold day dawning
Are you still free
Can you be

[Instrumental Interlude]

And that old gray wind is blowing
And there's nothing left worth knowing
And it's time you should be going

While you see a chance take it
Find romance
While you see a chance take it
Find romance
While you see a chance take it
Find romance
While you see a chance take it
Find romance
While you see a chance take it
Find romance




Discover Steve Winwood!


inglês e taurino nascido aos 12 de maio de 1948 - quase meu irmão gêmeo - steve winwood é um dos maiores compositores da revolução rockeira, multi instrumentista e cantor de voz inconfundível, do spencer davis group, traffic, go e da super banda blind faith, a primeira reunião roqueira que contou com músicos consagrados, apesar de jovens ... o baterista, ginger baker, o baixista rick grech e d'us ... eric clapton.
a blind faith gravou um único álbum, o blind faith, considerado um dos melhores trabalhos da música do planeta.

eis-me de volta às origens roqueiras caminhando por rumos sonoros perfeitos para dias invernais, infernais, quentes, secos e áridos desta minha cruel e amada cidade.
nesta edição, um álbum de recentes notas e só longas canções, de sonoridade afro-latina perfeita - perdoe-me carlos santana - bem batidas, misturando blues, jazz, à voz forte de sempre, que ajuda na marcação instrumental. ele, o álbum, atende pelo título de nine lives.
o vozeirão não é uma minúcia ordinária, sem ela a música de steve winwood, nesse nine lives, como em qualquer outro, perderia a pujância que remonta à negritude musical de um britânico de autenticidade indiscutível.
sobre a voz, indefectível e identificável a léguas de distância desde décadas remotas, mormente nos tempos musicais e dourados do século passado - 60/70 - a mesma que me encantou no traffic e no spencer davis group, época em que a mistura de blues, folk, jazz e psicodelia musical era explícita e autêntica, continua a mesma observando-se que entoa o mesmo significado temporal, qualitativo, ampolgante, original ...
do recente álbum solo de 2008, nine lives, atentei para os quase oito minutos de dirty city. a canção, uma congregação homogeneamente feliz que agrega a voz de winwood, com o dedilhar nas barras brancas e negras do órgão, à vibração divina da guitarra de eric clapton, carregou-me para um final enlouquecedor, onde se enroscam, felizes, a voz do dono e a guitarra de d'us, combinação que outrora colaborou, sobremaneira, para que eu me tornasse a mundialmente famosa clapton-maníaca.
i'm not drowning, belíssima, um steve winwood autenticíssimo - verbete pouco usual permitido pela licença poética que me cabe nesse latifúndio musical - um acústico que me provoca o corpo e carrega a alma ao mais longínquo espaço bluezeiro do universo. nela, a voz faz o que mais gosta e os dedos tocam todos os instrumentos.
o álbum filosófa, ama, desama, reflete através do som do hammond e de guitarras, servindo-se da colaboração de flautas, congas, saxofones, ... além de tudo, o dono da voz incrível, sabe como entrelaçá-la com a composição musical, a poesia e o som de cada instrumento.

na caixinha musical, abaixo, o álbum inteiro ... podem chacoalhar à vontade.



Discover Steve Winwood!


um final feliz ...


3 comentários:

Rodrigo Piva disse...

Não conhecia e gostei bastante das músicas! Parabéns!
Abraços ;-)

Discoteclando, de casa nova disse...

o clapton anda revivendo suas antigas bandas e álbuns... a não reencarnação do blinf faith que rolou entre winwood e clapton não foi tão celebrada quanto o old cream (ou creme azedo), teve também o chamado derek trucks na banda que tinha em seu set list grande parte do conteúdo do layla... bom mas que isso também já é assunto para um post... e eu ainda mantenho minha fé cega em deus, e rezando pelos seus discípulos...

Juan Trasmonte disse...

Can't find my way home é minha preferida! Sempre adorei essa música!
beijos

 
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