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quinta-feira, fevereiro 26, 2009

gosto muito de peter white


peter white poético, engraçado, alegre, charmoso, sensual, cativante, vivaz, jovial ... é o músico que faz um jazz deferente e inédito ... a forma de jazz que falta aos demais.
pai inglês e mãe francesa deram à luz a essa criatura interessante e musical, aos 20 dias de setembro de 1954, na luton do norte da inglaterra, mas foi letchworth que o criou.
os esportes eram uma paixão mas a música foi o caminho que ele, incentivado pelo pai, adotou desde criança.
explicado o virtuosismo com as teclas ou as cordas: o pai lhe providenciou o aprendizado de clarinete, trombone, violin, harmonica, piano, ... mas violão, ele buscou por conta própria aprendendo acordes simples, treinando com o ouvido colado ao rádio.
antes dos 15 anos ele já conhecia a nata do rock e distribuia sua preferência entre jethro tull, led zeppelin, fleetwood mac, cream, jhendrix ... discos que ouvia da coleção de david visick.
sgt. pepper's lonely hearts club band, seu primeiro disco, ele comprou de vick já que beatles foi sua primeira e mais importante influência.
sua primeira guitarra durou pouco tempo, pois, não conseguiu sobreviver a um incêndio.
aos 18 anos terminou a escola e foi tocar para veranistas, em uma estância turística no sul da inglaterra.
o ambiente musical de londres o atraiu e ele conheceu al stewart com quem, em 1976, fez o álbum the year of the cat, e de quem permaneceu ao lado, por mais 20 anos.
o som excitante único e singular, despretensioso e musicalmente perfeito de peter white, ninguém põe à prova e midnight in manhattan esclarece a afirmação.

impressionam-me os artistas tão evoluídos, que a beleza que eles transmitem não é mais aquela capturada no instante anterior. são obras perfeitas e conceitualmente bem pensadas, que soam a improviso.
peter white, me parece um arquiteto que, nos finais de semana cuida de plantas, de pássaros, ara a terra, planta, examina a germinação ... a música é a tradução da sua vida, portanto, não se iludam, ele converte tudo em melodia e a arte que existe nessa combinação é a evolução da beleza captada e transmitida. peter white é impossível de ser retratado ... veja se consegue, ouvindo
promenade.

9 comentários:

Junior Silva disse...

Olá minha "moça de cabeça pra baixo preferida" rsrs

Te confesso que não conhecia esse Peter, mas ouvindo a música, percebi que perdi tempo em não tê-lo conhecido antes.
Beijão!!!

Cris disse...

Adorei o swing, o jeito despojado dele para tocar, é impressionante como o artista faz seu trabalho como se estivesse em casa. O cara é bom, gostei.
Cris

Alexandre disse...

Bacana esse blog!!! Fará parte da minha rede!!! Sucesso!!! E me cobra, pois o meus ainda é filhotinho, tem muita coisa a ser colocada... rsrs

Jorge Alberto disse...

Muito bom mesmo o trabalho do Peter White, que eu também não conhecia. Lembrou-me, talvez pelo estilo fusion o Pat Matheny. Estou curtindo e procurarei mais coisas desse guitarrista.

Abraços.

Luciana disse...

Quem é bom já nasce pronto! Artistas que se destacam é porque tem um algo a mais que já trazem de berço. Peter White só pode ser um deles. Adorei o post, Re. Sempre se aprende algo de bom aqui.

Beijão e ótimo sábado pro'cê!

Luciana disse...

Voltei!!!
Caaaara!
Você sabe, quando venho aqui, sempre fuço em tudo o que tem de bom. Ameeeeeeiiii ouvir o Zé Ramalho cantando aí embaixo. O cara tá cantando bluesss!
Vou ouvir tuuuuudo!
Adorei! Parabéns, Re, um tesouro esse link!

requeri disse...

jorgeeeeeeeeeeeee voltaaaaaaaaaaa!!! volta pra ensinar o camiho dos comentários daquele seu blogg ... bj.

meus instantes e momentos disse...

obrigado pelas tuas visitas e comments. e já vi que tb já está no teu blog, aquele treco do google em portugues,(rsrsrs).
Maurizio

Luciana disse...

Arquiteto que cuida de plantas e convive com os bichinhos? E ainda faz música? Fatou alguma coisa? Rê, passando pra avisr que o slide dos blogs que eu vou já está no Perfume! beijão!

 
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