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domingo, abril 19, 2009

músic'antiga

uma das mais belas músicas doadas à humanidade é a canon em ré maior composta perto do ano 1680, pelo músico alemão, johann pachelbel.

por menor ou nulo que seja o apego que alguém possa ter por música, existirá ao menos uma que o fará lembrar algum momento especial, vivido com alguém, em algum lugar.
a canon em ré de pachelbel, se presta a tal prática, faz mais de 300 anos. sendo assim, pretendo apresentar-lhes, para cultuarmos juntos, uma das mais belas e conhecidas músicas do planeta.
ao jovem que acha que música clássica é velha, chata, monótona, experimente ler, ver e ouvir o que vou escrever a seguir.
peço, em 2009, uma chance para uma canção barroca do século XVII poder se expor e demonstrar o quanto a música é universal, atemporal e, sem exageros, fundamental na vida de alguém.

... senta que lá vem a estória ...
o canon, originalmente nomeado como kanon und gigue in d-dur für drei violinen und basso continuo ou, popularmente conhecido como canon e giga em ré maior para três violinos e violoncelo, é a obra mais conhecida da música barroca alemã.
originalmente uma música de câmara para três violinos e violoncelo ela foi, posteriormente, tocada por instrumentos variados e orquestras, chegando a ser tema de filmes e até utilizada em casamentos por sua doçura e suavidade.
a graça dessa peça musical está contida nas repetições feitas para 3 violinos e um violoncelo contínuo, ou seja, o 1º violino, ou primeira voz, inicia a melodia, e os outros instrumentos entram tocando novamente a mesma melodia já tocada pelos demais criando um som harmonicamente sobreposto, que vai se tornando complexo a partir do meio da música, quando as variações vão se tornando mais complexas para, em seu final, voltar gradualmente à estrutura menos complexa.

o canon é a obra que mais ganhou variações e versões na história da música.
na década de setenta, tornou-se um objeto cultural conhecido universalmente deixando de ser uma simples obra de música barroca.


3 comentários:

Cris disse...

Tão deliciosamente moderna que custo a acreditar que tenha sido composta há tanto tempo. Mais um brinde de cultura.

Cris

Helio Jenné disse...

Oi Requeri, realmente a versão do Lagq é de arrepiar! Após apresentar o tema original os caras passeiam por diversos ritmos modernos, como o reggae, o country, o funk, jazz, mpb e até o rockão pesado! Adorei. O nosso querido Demis Roussos também fez a sua versão com o Aphrodite's Child, que chamou de Rain and Tears. Lembra? É isso aí. Parabéns pelo post e pelo conjunto da obra! Beijos.

requeri disse...

demis roussos acompanhado de vangelis .... claro !!! rsrs ... nóis é bom ... nóis sabe ... bj.

 
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