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domingo, maio 10, 2009

the wall, a terceira década

pós syd barrett, o floyd - aqui - é a voz suave de roger waters, a guitarra perfeita de david gilmour, a simplicidade musical da bateria de nick mason e os belos acordes saídos dos dedos de richard wright sobre o teclado.
a suavidade da banda me fez sua fã, dos shows do pink floyd e das letras sensíveis e fortes.
mas, a maior característica do floyd, depois daquilo, é o envolvimento com a música e a letra das suas canções cantadas e tocadas tal qual cenas e atos teatrais, e the wall, que virou filme, é o detentor maior dessa qualidade.
comfortably numb, another brick ... representam a alienação boa, o desabafo, caso minhas preocupações sugerissem o uso pouco sadio das drogas.


the wall, o disco, completará no final deste ano, 30 anos e representou o início do domínio de roger waters sobre a banda, antes, reduzida a bons músicos de estúdio. waters empresta o tom característico de sua arte musical, grandiosidade aliada àquela teatralidade exacerbada que eu menciono no início do texto.
the wall é autobiográfico e diz da solidão pra onde é levado o indivíduo dominado pelas instituições vigentes no planeta - família, escola, indústria musical e governo. tudo isto é possível visualizar no filme, pink floyd - the wall, dirigido por alan parker e estrelado por bob geldof, do boomtown rats, no ano de 1982 -
aqui.
requeri

3 comentários:

Rafael disse...

Ola! RE

Agora sim,está banda é bem legal apesar de conhecer pouco mais sem algumas coisas principalmente este mala e chato do roger walters que era muito exigente nada contra e se achava o ultimo pacote da bolacha é mais um daqueles vocalistas que não pode ter uma banda ele tem que viver na carreira solo eternamente,mais tem um recente trabalho dele em que ele fez se não me engano uma peça teatral e parece que os atores quem trabalharam com ele não foram muito com a cara dele no sentindo de que ele era muito exigente e bastante chato mais no que falta de bom humor e socialidade sobra em competencia não é a toa que sem ele o pink floyd não é o mesmo!
E alias a musica que mais gosto é have a cigar (deve ser este o nome!rsrsrs)
BJs!!

Juan Trasmonte disse...

Re, trinta anos já! Para mim continua novinho em folha. Tanto o disco quanto o filme não desmancham. É uma dessas obras às quais a gente volta sempre.
beijos

Olhar Analítico disse...

Rê,

O tempo passou rápido e the wall é tão atual. Quando buscamos no baú das letras, ficamos comparando o que era com o que é, e é.

Beijocas
Cris

 
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