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sábado, julho 25, 2009

transcendência ... até onde vai andy kaufman, onde começa jim carrey

alie o rebloggando à sua saúde, dance e emagreça, click ... click na imagem e leia mais


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se eu fosse escolher um filme simples e pleno, na certa escolheria man on the moon. e, talvez por isso, eu esteja voltando a falar sobre ele, aqui no blogg. leia mais.

quanta ironia. andy kaufman, jim carrey, onde começa/termina um, onde termina/começa o outro. não canso de investigar o transe que envolve sua arte e esta parceria inevitável e tardia. o filme, meio em dupla, é tudo o que precisamos para saber tudo sobre eles. é coletivo e harmônico, sem modernidades, é urbano e é caseiro e, principalmente, transcendente. rejeita a forma padrão consagrada de fazer cinema hoje em dia, sem deixar de ecoar cada sabor modernista de hoje em dia. ele rima com atualidade e eles estão lá para oferecer e nos envolver com presente e passado, ao mesmo tempo. como um lost sem futuro, porque, para um deles, não houve futuro. o tempo passado é que governa a fruição de suas cenas e narrativa, e assim é que nos sentimos desconfortáveis e encantados, dessituados e desafiados. basicamente, não se sabe onde está jim carrey mas ele nos faz saber, direitinho, onde está andy kaufman, e é essa sua beleza ... desorientação, invenção, visão, interpretação, descoberta.

a licença blogguística me otorga o direito de dizer sobre o que quiser, como quiser e de retratar e explorar a vaga idéia que expõem meus sentidos sobre cinema/música/cinema, temas inesgotáveis e renovadores. minhas vertigens lúcidas e conscientes. man on the moon tem a mágica dessa tríplice aliança artística. maduro e delicioso o filme gera um conflito ideal entre o irrealismo e a verdade absoluta, entre passado e presente. como poucas, a dupla kaufman/carrey faz do caos, da vida e da ironia - o caos da vida - uma massa homogênea mais que coerente, bela, atual, atuante, real e irreal.em man on the moon os sentidos são diversos, por ser e deixar de estar, e por ser simplesmente tão bonito, tão alegre e tão triste.

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