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segunda-feira, novembro 02, 2009

muro de berlim, pink floyd, the wall e a the berlin reunion, comparáveis, grandiosos

click ... click nestas letras enormes e atrapalhadas aí embaixo ...



em 1989, o mais representativo símbolo da guerra fria, o muro de berlim, foi por terra. passado um ano, o mundo assistiu ao mais grandioso espetáculo rockeiro, um dos mais belos concertos de rock de todas as eras, the wall que, para os puristas, não passou do mais bem sucedido surto megalômano de roger waters.

seja como for, eu amei, e tenho cd e dvd, material arrimado e de necessidade indiscutível pra um certo enlevo musical, assim como
the berlin wall, livro do historiador britânico frederick taylor, instrumento imprescindível pra entender construção e queda daquele muro apartador.

nas andanças pela web, antes e durante a pesquisa pra esta matéria, surpreenderam-me dois achados. um deles é paulo nogueira, aqui, um jornalista brasileiro em londres, que me deu de presente o melhor relato sobre a berlin que envolvia o muro. o outro, e que inspirou este escrito, foram as fotos de uma tal festança berlinense, a the berlin reunion, tradução da impressionante enormidade da lembrança alemã, sobre aquele muro grande e indesejado ... aqui, um bom vídeo.
aquelas imagens representam a mais espetacular manifestação pública a céu aberto da qual tenho notícia. uma fábula mecânica de puro medo e beleza que ouso comparar à outra arte, a de roger waters, o
the wall de berlin/1990.


the wall, a origem - ler análise clicando na imagem título/link, letras atrapalhadas, no início deste texto - é o filme de 1982, dirigido por alan parker, roteiro escrito por roger waters, que conta a estória de pink um war baby vivido por bob geldorf, da banda the boomtown rats.
nascido durante a segunda guerra, pink não conheceu o pai. oprimido e problemático é superprotegido pela mãe que, assim como canta a canção mother, escolhe para ele, inclusive, suas namoradas.

em 3 de outubro p.p., uma festança de berlin levou 1.5 milhão de pessoas às ruas da cidade, pra assistirem à encenação de dois bonecões/marionetes, maximamente articuláveis, movidos por gestos precisos de uma legião de liliputianos - vestidos como tal - representando o reencontro, em brandenburg gate, de uma garota e seu tio, um mergulhador, separados pelo muro.

a singela grandiosidade do espetáculo, que comemora os 20 anos da queda daquele muro abafador, é comovente.
grandiosa a festa, grandiosa a cena, grandiosamente perfeito o resultado da criação daquelas marionetes. emocionante!!!


4 comentários:

Cris disse...

Rê,

Fiquei arrepiada com as fotos, magníficas! A analogia da canção aos fatos históricos e o show promovido, enfim, tudo eternamente lindo!

Beijocas

Berenice disse...

Fantástico Rê. Todas as referências aqui citadas: Pink Floyd, The Wall, Roger Waters, queda do muro e estas marionetes, coisa surreal! emocionante mesmo!!! tô repassando esse teu post perfeito.

bjinhos
berê

requeri disse...

é por isso que o rebloggando tem sobrevida felina. os comentários de vcs são uma honra. bj.

JefCor disse...

Boa Re....
Hum...bonzinho o post. kkkkk
Abços

 
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